sexta-feira, 3 de maio de 2013

ATIVIDADE 3

DA EDUCAÇÃO BÁSICA À UNIVERSIDADE O conceito de uma educação que se desenrola ao longo de toda a vida não leva a Comissão a negligenciar a importância da educação formal, em provento

ATIVIDADE 3

ATIVIDADE 4- Pesquisa de opinião

Pesquisa realizada na Escola Municipal Olivia Valinga da Silva, no Município de Belford Roxo, Rio de Janeiro, com as Supervisoras Escolares Michele de Souza Silveira e Rosangela Silva da Rocha e as Orientadoras Educacionais Miriã Mattos Moreira e Verônica Barbosa Gonçalves. A pesquisa foi realizada durante três dias para que pudessem serem ouvidas as profissionais supracitadas nos dias em que as mesmas atuavam na Escola. Ao perguntar sobre a necessidade de profissionais especialistas na escola Básica, todas as quatro profissionais concordaram que é extremamente necessária a atuação destes profissionais dentro desta Unidade escolar, pois compete ao Orientador Educacional participar da construção e (re)avaliação do Projeto Pedagógico da Unidade escolar, construir o seu planejamento de forma participativa, a partir do planejamento da Unidade Escolar, definido no Projeto Pedagógico; participar da definição de estratégias que visem à efetiva melhoria do desempenho dos alunos e dos profissionais envolvidos no trabalho pedagógico, investigando e analisando os possíveis fatores causadores de dificuldades de aprendizagem; socializar o fluxo de informações, visando ao intercâmbio de experiências; estimular e criar situações que levem o aluno a participar das atividades escolares, através de eleições de representantes de turma, de representantes de grêmio estudantil e de Professor Conselheiro; promover situações e condições que favoreçam o desenvolvimento do educando, a construção de sua identidade pessoal/grupal, não se estabelecendo como recurso de resolução de problemas, mas de prevenção; propiciar condições para entrosamento do pessoal docente e discente das Unidades Escolares. As duas Supervisoras Escolares explicam que os educadores tem a responsabilidade da compreensão do presente e da preparação do futuro e que a escola precisa mudar para acompanhar essas evoluções. A Supervisora Michele comenta que para isso, a escola deve tornar-se reflexiva, concebida como organização que continuadamente se pensa em si próprio, na sua missão social e na sua organização. Ela destaca também que a Supervisão, numa primeira fase do seu desenvolvimento, era entendida como inspeção no sentido de fiscalização, relacionando-se mais em seus aspectos administrativos. Hoje, ela frisa, que a supervisão passou a ser entendida como orientação profissional, visando o aperfeiçoamento da situação total ensino-aprendizagem. A supervisora Rosangela complementa que o supervisor abdica de exercer o poder e controle sobre o trabalho do professor e assume uma posição de "problematiza-dor" do desempenho do docente. As duas supervisoras lembram que nesta escola há uma necessidade de o supervisor desempenhar o papel administrativo, porém evitam que este papel se torne apenas burocrático. A Orientadora Educacional Miriã lembra que se faz necessário o Planejamento Escolar para que os resultados dentro da escola apareçam. Ela reforça que este Planejamento escolar nada mais é que o planejamento global da escola, envolvendo o processo de reflexão, de decisões sobre a organização, o funcionamento e a proposta pedagógica da instituição. Ela lembra uma frase de LIBÂNEO: "É um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social". Ela aproveita para lembrar outra frase de LIBÂNEO: "Planejar e avaliar andam de mãos dadas" A Orientadora Verônica Barbosa comenta que a Orientação nesta escola as ações tem como foco o aluno e sua vida escolar, na busca de soluções para as dificuldades encontradas sob todos os pontos de vistas, tais como dificuldades de aprendizagem, problemas de relacionamento em geral, entre outros. Ela afirma que este trabalho só se realizará de forma plena quando trabalhado em conjunto com a direção, coordenação, docentes, aluno, família e demais especialistas. A Orientadora Miriã aproveita a frase para dizer que esse trabalho junto aos demais especialistas atuará como instrumento de combate a evasão, ao fracasso escolar e a promoção dos direitos da criança e adolescente. Ela afirma que é necessário "combater inicialmente o estigma de que não adianta tomar a iniciativa para mudar uma situação cujas soluções não estão apenas a cargo da Escola. A educação é transformadora. Precisamos apenas atuar de forma integrada, dinâmica, interativa e comprometida com o desejo de mudança". As quatro especialistas citaram as metas pedagógicas do ano de 2013 na Escola Municipal Olívia Valinga da Silva, que são: a- Promover a interação e a atuação conjunta da Comunidade escolar dentro dos quatro sábados letivos que consta no calendário escolar 2013; b- Promover nos quatro encontros do Grupo de Estudo temas relevantes identificados a partir da observação e análise da realidade escolar que efetivem uma proposta pedagógica de estudos teóricos; c- Organizar dentro do calendário escolar 2013 quatro conselhos de classe que forneçam 100% dos dados avaliativos e informações relevantes no processo de ensino e aprendizagem, assim como momentos reflexivos com textos e dinâmicas que possibilite a motivação e a transformação da prática pedagógica do corpo docente; d- Acompanhar 100% os resultados da aprendizagem através da análise de desempenho com vistas a sua melhoria; e- Integrar na prática educacional, através de intervenções da supervisão escolar e Orientação Educacional, um trabalho lúdico com o objetivo de atrair o gosto do aluno pelo estudo e estimulá-lo a ser participativo, atuante e que seu desempenho seja progressivo até o final do ano letivo. O que ficou claro nesta pesquisa é que as profissionais da educação dentro da escola Municipal Olivia Valinga da Silva consideram de extrema importância o trabalho que desenvolvem e acreditam que utilizando as estratégias coerentes o trabalho funciona de forma agradável, tranquila, pois as reuniões pedagógicas, os Conselhos de Classes, as palestras com toda a comunidade escolar - família, professores, funcionários da secretaria e de serviços gerais, acompanhamento pedagógico nas atividades semanais, o acompanhamento do desempenho dos alunos, atribuídos através de conceitos, no decorrer dos bimestres, os projetos como "Escola de Pais", onde se pretende melhorar o envolvimento dos pais na aprendizagem e na frequência dos alunos, exemplificam os desafios que esta Unidade Escolar apresenta e consegue, de forma eficiente, transforma a vida daquela comunidade escolar e, lembrando uma frase da poetiza Cora Coralina que se encontra no Plano de Ação 2013 da equipe pedagógica da Escola: "O saber a gente aprende com os mestres e com os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes".

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Atividade 1 -  Dentro do cenário interior da escola com uma gestão  democrática, uma tomada de decisão do Orientador Educacional é estabelecer as regras de convivência e o código de ética, demarcando sua aplicação e cumprimento para todos os envolvidos no processo educativo. Já a tomada de decisão do Orientador Pedagógico, é planejar a elaboração e execução, integrando o orientador  educacional e toda a comunidade escolar, do projeto político pedagógico, baseado nos princípios da gestão pedagógica democrática, que preza pela participação dos alunos, professores, pais, educadores e a comunidade local nas decisões  tomadas dentro e fora da escola, da autonomia da gestão pedagógica e administrativa, a fim de ressignificar o espaço escolar, promovendo o ensino e aprendizagem para a formação de cidadãos éticos, participativos e colaborativos com o meio onde vivem estes elementos como autonomia, planejamento, cidadania e ética são fundamentais para todos os processos da gestão escolar.
Atividade  2 -  A sociedade está passando por um momento de inversão de valores, troca de papéis .Por que chegamos a esse ponto? O que está acontecendo? É comum presenciarmos falta de respeito para com o professor em sala de aula na mídia. Podemos perceber que de  de 1969 para 2013, a mudança foi muito grande.Uma certa vez, uma professora, fez o seguinte comentário: Na minha época, o professor era recebido de pé quando entrava na sala de aula. Hoje, não há diferença alguma no corportamento dos alunos quando isso acontece. Perguntei dia destes a um professor, prestes a aposentar, o que ele acha disso tudo e ele disse que os pais antigamente eram mais preocupados com a Educação e os alunos mais interessados. Se aprendia muito cedo para a vida. Atualmente, o que podemos observar na sociedade é que muitos não se preocupam mais em educar seus filhos, apenas colocam no mundo esperando o momento de levá-los para a escola. E aí, aparece o problema,acham que o professor tem dupla jornada, ensinar e educar seus filhos. Consequentemente, vem a falta de respeito. Um  professor inclusive, foi enfático ao dizer que hoje a responsabilidade do professor não está mais em dar aulas e sim educar as crianças dos pais que não conseguem fazer isso.
 O ambiente escolar é mais do que um lugar para aprender Português, Matemática, é um lugar em que você aprende e ensina a viver. As escolas tomaram formato de casa da vovó, onde tudo pode, menos contrariar o aluno. O aluno pode tudo, lá ele pode ser a estrela, o destaque, afinal está em um local e ambiente em que ele precisa colocar pra fora seus problemas e encontra direitinho em quem vai descarregar sua energia, no professor. Porém, nossas autoridades estão se esquecendo de que com isso o professor está ficando cansado, estressado, chateado, desmotivado e não tem a quem pedir socorro. É cobrança por rendimento, é cobrança em colocar nota azul pra aluno que não passa de nota 4 em desempenho escolar, é cobrança, cobrança e mais cobrança e andam esquecendo de que o professor está chegando no seu limite físico e psicológico pra suportar o formato da escola de hoje.

Atividade 4 - Pesquisa de Opinião.



A) Entrevistada 1 Professora Marinalva Dias Correa, profissional da Rede municipal de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.

1 - Em sua opinião, qual a importância dos profissionais que atuam como Supervisor Escolar/Orientador Educacional/Orientado Pedagógico/Coordenador pedagógico?
Resposta: Esses profissionais são importantes porque atendem às demandas específicas, no caso do município de Duque de Caxias no Rio de Janeiro possui três profissionais: O Supervisor escolar que cuida de questões administrativas e burocráticas da escola. O orientador educacional acompanha as interações dos alunos/família/professor promovendo uma articulação no ambiente escolar. O Coordenador pedagógico atua na formação continuada dos professores, ele atua diretamente na prática docente em sala de aula.  

2 – Qual a contribuição da Supervisão escolar na ação docente?
Resposta: O trio educacional (Supervisor Escolar, Orientador Educacional e Coordenador Pedagógico) está articulado no processo educacional contribuindo para o avanço contínuo da ação docente em sala de aula potencializando o processo ensino aprendizagem, porque estimula, orienta e coordena o trabalho docente que cada vez mais se torna consciente, responsável e eficiente em sua práxis.
       O coordenador pedagógico que atua na formação continuada dos docentes e orientação das atividades educativas, constituindo em um grande apoio aos professores. São elaborados conteúdos de conhecimentos pedagógicos, conteúdos disciplinares, debates e pesquisas sobre estratégias e recursos que potencializam o processo ensino aprendizagem. Assim é de grande relevância refletindo na melhor qualidade da prática docente e do processo ensino aprendizagem dos alunos.

B) Entrevistada 2 Professora Carmen Lúcia, profissional da Rede municipal do Rio de janeiro.

1 - Em sua opinião, qual a importância dos profissionais que atuam como Supervisor Escolar/Orientador Educacional/Orientado Pedagógico/Coordenador pedagógico?
Resposta: O município do Rio de Janeiro a supervisão escolar é destinado ao Coordenador Pedagógico e tem como função orientar, coordenar estudos e minimizar questões disciplinares de alunos juntamente com os pais e responsáveis. Esse profissional é importante no acompanhamento e entendimento das propostas enviadas da SME (Secretaria Municipal de Educação) e sua aplicabilidade.

2 – Qual a contribuição da Supervisão escolar na ação docente?
Resposta: As necessidades nem sempre são sanadas pelo Coordenador pedagógico que por motivo de acúmulo de funções exercidas não atende em tempo hábil às necessidades tanto pedagógicas que se refere ao aluno ou docente, tendo o professor dessa Rede ser criativo e procurar recursos alternativos que possam auxilia-lo na prática diária docente.


C) Entrevistada 3 Coordenadora Pedagógica Sheila Fernandes Pereira, profissional da Rede municipal do Rio de janeiro.

1 - Em sua opinião, qual a importância dos profissionais que atuam como Supervisor Escolar/Orientador Educacional/Orientado Pedagógico/Coordenador pedagógico?
Resposta: A função de Coordenador pedagógico é muito importo no contexto escolar, sendo ele o articulador dos processos metodológicos, elaboração de recursos para sua implantação na prática docente, colaborando, auxiliando e refletindo em conjunto com os docentes novos caminhos/estratégias que se possa avançar ou recuar no processo ensino aprendizagem.

2 – Qual a contribuição da Supervisão escolar na ação docente?
Resposta: Nos processos atuais de mudanças continuas é fundamental esses profissionais atuando no âmbito educacional, às demandas estão crescendo em necessidades cada vez maiores e complexas na educação brasileira. Desse modo a ação supervisora no município do Rio de janeiro está deficiente devido ao acúmulo de tarefas e funções, pois o Coordenador Pedagógico desempenha duas outras atividades em apenas um único profissional que é de Orientação Educacional e Supervisão escolar, assim sua verdadeira função fica deficiente comprometendo a ação docente em sala de aula e a qualidade do ensino. Contudo mesmo com toda dificuldade tenho o compromisso de levar o objetivo maior que é o de educar.

 Pesquisa realizada em Escolas Municipais do Estado do Rio de Janeiro, respectivamente Duque de Caxias e Rio de Janeiro. 
Atividade 3 -   Temos tratado sobre a importância de a orientação educacional transitar e ocupar diferentes espaços na escola com o objetivo de potencializar a aprendizagem dos alunos. A sala de aula - por excelência, o lugar organizador desse processo - também pode ser utilizada como território de ação do orientador. 

Na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a entrada do orientador em sala pode ser o momento da rotina para tratar de temas sensíveis ao grupo. As conversas mais comuns geralmente giram em torno de acontecimentos que mobilizam os alunos, como a chegada ou a despedida de um colega, a substituição do professor ou a preparação para uma atividade extraescolar, como um passeio ao zoológico ou a visita a um museu.

Em algumas escolas, a orientação realiza semanalmente uma roda de conversa com os alunos e o professor. Essa pode ser uma boa oportunidade para escutar as demandas da turma, analisá-las e resolver coletivamente os conflitos que surgem. É importante que o orientador faça uma parceria com o professor para que ele compreenda essa intervenção como potencializadora do trabalho educativo que é realizado. Quando interfere de modo inapropriado ou sem a anuência do docente, o orientador pode transmitir aos alunos a impressão de que o professor é inábil, e ele, o detentor do saber.

Nos anos finais do Ensino Fundamental e no Médio, a presença do orientador na classe ganha nova dimensão. Muitas escolas inserem no currículo um horário para a orientação educacional ou de estudos, destinado a atividades que auxiliem os alunos a fazer o uso adequado do tempo, do caderno, da agenda e dos livros, além de promover discussões sobre a realização da lição de casa e as estratégias de estudo. Essas aulas visam estimular a prática dos conteúdos procedimentais - aqueles que favorecem a apropriação do conhecimento conceitual.

O orientador pode contribuir com a formação do aluno em sala de aula, discutindo a gestão dos conflitos do dia a dia, os chamados conteúdos atitudinais. Nesses encontros, são tratados os problemas que interferem na aprendizagem do grupo e colocam em risco a qualidade da convivência. As brigas do intervalo, o descuido com os espaços coletivos e o desrespeito entre os alunos são alguns dos assuntos que costumam se inserir nessas discussões. Existem escolas que, tendo clareza das questões que habitualmente surgem nessa faixa etária, promovem ações preventivas. Nesses casos, a orientação antecipa com os jovens assuntos complexos que podem ser potencializadores de futuros conflitos por meio, por exemplo, do debate de filmes ou da leitura de textos.

O fundamental é que os conteúdos - procedimentais ou atitudinais - tratados nas atividades propostas pela orientação em sala de aula se materializem em ações concretas. A circulação da palavra é importante, mas ela não garante, por si só, a transformação da realidade que preocupa. O orientador educacional precisa ajudar os alunos a planejar e executar ações que colaborem com a resolução dos problemas que afetam a qualidade da aprendizagem assim como das relações sociais vividas na escola.
Catarina Iavelberg
É assessora psicoeducacional especializada em Psicologia da Educação.
Atividade 4 -   Após ter realizado dois estágios em uma escola  na zona norte do Rio, pude fazer uma pesquisa de opinião com diversos profissionais da escola e também observar na prática. A presença desses profissionais, Orientador Pedagógico e Orientador Educacional é muito importante.Através desses profissionais, a escola  orienta as famílias quanto a necessidade da presença do aluno. Está sempre aberta ao diálogo e realiza uma escuta sensível aos anseios de uma comunidade escolar. Dessa forma, fixa  parceria forte e positiva, disse a Diretora.Professora Kelly da ed. infantil disse: O Projeto Político Pedagógico da escola é elaborado com a participação de todos os interessados, ou seja, elabora uma proposta eficaz que atende as necessidades do grupo atendido. Faz mediações entre os diferentes segmentos e parcerias. A escola atende da ed infantil até o 4° ano.

Atividade 4

        Entrevista realizada na E. M. Tenente Pedro de Lima Mendes, com a professora Sheila Ferreira Carvalho e a coordenadora Milze Santos Motta.

         Qual a função e a importância do Supervisor Escolar e do Orientador Educacional para a escola?

          Sheila - O Supervisor cuida da parte pedagógica da escola, enquanto o Orientador cuida do corpo discente. O Supervisor coordena todo o trabalho do corpo docente; o Orientador auxilia os alunos em suas dificuldades, trabalhando em conjunto com a família.

          Milze - O cargo de Supervisor originou-se na década de 70, em uma época em que a educação era mecanicista, e o Supervisor tinha a função de fiscalizar o trabalho do professor. Hoje em dia, o Supervisor deve ter um olhar geral da escola, ajudando principalmente ao professor, incentivando-o a repensar sua prática, quando necessário, promovendo a sua formação continuada, além da troca de experiência entre os colegas. O Coordenador atualmente, no município do Rio, exerce a função de Supervisor e de Orientador, trabalhando com os professores e os alunos.

Atividade 3 - O Papel do Coordenador Escolar de Gestão como Orientador Educacional na Escola Democrática Participativa


O Papel do Coordenador Escolar de Gestão como Orientador Educacional na Escola Democrática Participativa

RESUMO

A escola pública cearense atravessa um período áureo de sua história. Avanços na tecnologia, professores qualificados, laboratórios, políticas públicas voltadas para educação, eleição para diretores etc. Mesmo com tudo isso, um brilho opaco ainda não encanta quem está por dentro deste processo. Muita coisa precisa ser feita.

A maioria dos regimentos de nossas escolas de ensino médio falam da importância de um profissional que é essencial para formação extra classe do educando. Um profissional engajado em ajudar a descobrir a vocação de nossos alunos. Os regimentos falam de um Orientador Vocacional entretanto poucas escolas são contempladas com o serviço deste profissional.
Não será esta falta que tem gerado a imensa quantidade de profissionais insatisfeitos. Quando falo em insatisfação me refiro aos profissionais que exercem determinada profissão não por vocação e sim por conta das oscilações do mercado.

Diante desta problemática alguns educadores não ficam de braços cruzados, núcleos gestores se empenham em suprir esta carência. Coordenadores de Gestão se engajam com outros professores na busca de auxiliar os alunos nesta importante descoberta.

Com todo seu empenho e dedicação o Coordenador de Gestão tem enfrentado duras experiências por conta do aumento desgastante das condições de trabalho. Alguns sofrem com a síndrome de Burnout.

Este estudo pretende mostrar que a escola pública cearense tem conseguido largos avanços na qualidade da educação, entretanto ainda precisa ser feito alguns ajustes. Pretendemos revelar também a necessidade de definir o papel do Coordenador Escolar de Gestão dentro do Núcleo Gestor das escolas. Observamos ainda a necessidade de políticas educacionais consistentes e duradouras, distante de modismos, precisam ser fielmente cumpridas para que a “educação de qualidade” tenha realmente qualidade.

Há fatores de franca desorganização no trabalho do Coordenador Escolar de Gestão pois muitas de suas ações se confundem com a do Orientador Vocacional. Com isso podemos sentir uma situação de desperdício na qualidade de energia de trabalho que muitas vezes alem de mal pago não consegue assumir com êxito sua função.

O Coordenador Escolar de Gestão como qualquer outro educador é um orientador educacional. Todavia, com esta qualidade inata em sua profissão (vocação), temos de admitir o Coordenador Escolar de Gestão não é um Orientador Educacional e sim está um Orientador vocacional.


Texto completo encontra-se no link abaixo.


WEBGRAFIA

ATIVIDADE 4 – UM OLHAR DIFERENCIADO SOBRE A FUNÇÃO DE SUPERVISOR EDUCACIONAL


ATIVIDADE 4 – UM OLHAR DIFERENCIADO SOBRE A FUNÇÃO DE SUPERVISOR EDUCACIONAL
Pesquisa realizada na Escola Naval, junto a Superintendência de Ensino, mais especificamente nas Divisões do SOE (Serviço de Orientação Educacional) e SOP (Serviço de Orientação Pedagógica).
Em conversas informais com os profissionais que atuam nos referidos serviços de orientação educacionais, sendo o SOE destinado ao atendimento dos alunos e possíveis acompanhamentos junto aos Pais e o SOP com ênfase no atendimento primordial dos Professores das inúmeras Disciplinas que no referido caso são divididas entre Civis (Matemática, Português, Inglês, Espanhol, Francês, História, Geografia e Artes) e Militares Náutica, Liderança, Organização Geral Serviços da Armada, dentre outras), pude perceber a importância que é dada ao referido serviço e que todos os profissionais são Licenciados em Pedagogia, porém a Supervisão dos setores e dos trabalhos cabe ao militar mais Graduado e não ao que possui mais atributos tanto acadêmicos quanto os atributos advindos da experiência por eles adquirida com os muitos anos de exercício da profissão. Um fator preponderante e muito positivo é que os dois serviços trabalham em parceria para aumentar o aproveitamento dos Aspirantes (alunos) que após o término do Curso, que tem a duração de quatro anos e é reconhecido pelo MEC como de nível Superior, formam-se Guardas-Marinha que após um estágio inicial de mais um ano nos navios e submarinos da Esquadra assumem suas novas funções e são promovidos a Oficial, optando agora por um outro curso de Pós Graduação nas áreas específicas da Marinha do Brasil.

Sandro Rocha de Souza - Matrícula 10212080014 - Pólo Maracanã

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Atividade 3


Atividade 3


 A supervisão educacional: mudanças sob olhar de uma educação libertadora


Por: ROBERTO GIANCATERINO
“Enquanto a Educação for utópica em sua complexidade, o sonho é necessário para que possamos trilhar um caminho”.
Roberto Giancaterino

        No atual contexto da educação brasileira, cresce a importância do supervisor educacional, que representa uma das pessoas que procura direcionar o trabalho pedagógico na escola em que atua para que se efetive a qualidade em todo o processo educacional. Sabe-se que o Supervisor Escolar é um servidor especializado em manter a motivação do corpo docente, deve ser um idealista, definindo claramente que caminhos tomar, que papéis se propõe a desempenhar, buscando constantemente ser transformador, trabalhando em parceria, integrando a escola e a comunidade na qual se insere. É nessa moldura que o presente artigo caracteriza a função do supervisor no contexto social, político e econômico da Educação. 
      Um dos assuntos mais polêmicos da atualidade e que vem sendo amplamente discutido é a educação, no seu sentido de formação humana. Educar é uma tarefa que exige comprometimento, perseverança, autenticidade e continuidade. As mudanças não se propagam em um tempo imediato, por isso, as transformações são decorrentes de ações. No entanto, as ações isoladas não surgem efeito. É preciso que o trabalho seja realizado em conjunto, onde a comunidade participe em prol de uma educação de qualidade baseada na igualdade de direitos.
          Com base em tais considerações, o supervisor escolar representa um profissional importante para o bom desempenho da educação escolar, o grupo escolar, o qual deve opinar, expor seu modo de pensar e procurar direcionar o trabalho pedagógico para que se efetive a qualidade na educação. Na atualidade o supervisor se direciona para uma ação mais científica e mais humanística no processo educativo, reconhecendo, apoiando, assistindo, sugerindo, participando e inovando os paradigmas, pois tem sua “especialidade” nucleada na conjugação dos elementos do currículo: pessoas e processos. Desse modo, caracteriza-se pelo que congrega, reúne, articula, enfim soma e não divide.
         Neste contexto, compreender e caracterizar a função supervisora no contexto educacional brasileiro não ocorre de forma independente ou neutra. Essa função decorre do sistema social, econômico e político e está relacionada a todos dos determinantes que configuram a realidade brasileira ou por eles condicionada.
       O desenvolvimento da sociedade moderna representa motivos de muita reflexão, principalmente pelo fato de que a área educacional possui muitos problemas e que diretamente vinculam-se as demais atividades sociais visto que são tais profissionais que irão atuar junto ao mercado de trabalho.
       Existe uma preocupação com a formação humana e com a forma com que o educando vem obtendo o conhecimento científico. Acredita-se na viabilidade de fazer do ambiente escolar um espaço construtivo, que desperte o interesse do educando para aprender e fazer do professor um mediador do saber.
     Trata-se de ignorar as velhas práticas educacionais e acreditar na possibilidade de construir uma sociedade onde o homem tenha consciência do seu papel e da sua importância perante o grupo.
Acredita-se que o Supervisor Escolar tem a possibilidade de transformar a escola no exercício de uma função realmente comprometida com uma proposta política e não com o cumprimento de um papel alienado assumido.
     Deve antes de tudo, estar envolvido nos movimentos e lutas justas e necessárias aos educadores. Semear boas sementes, onde a educação se faz presente e acreditar veemente que estas surtirão bons frutos.
      A caracterização da Supervisão precisa ser definida e assumida pelo Educador e pelo Supervisor. É uma opção que lhe confere responsabilidade e a tranqüilidade de poder. O Supervisor Educacional deverá ser capaz de desenvolver e criar métodos de análise para detectar a realidade e daí gerar estratégias para a ação; deverá ser capaz de desenvolver e adotar esquemas conceituais autônomos e não dependentes, diversos de muitos daqueles que vem sendo empregados como modelo, pois um modelo de Supervisão não serve a todas as realidades.
     O Supervisor possui uma função globalizadora do conhecimento através da integração dos diferentes componentes curriculares. Sem esta ação integradora, o aluno recebe informações soltas, sem relação uma das outras, muitas vezes inócua.
   Para que o conhecimento ganhe sentido transformador para o aluno é necessário ter relação com a realidade por ele conhecida, e que os conteúdos das diferentes áreas do conhecimento sejam referidos à totalidade de conhecimento. Lembrando que não cabe ao supervisor impor critérios ou soluções, cabe-lhe sem dúvida, ajudar na construção da conscientização necessária da luta para uma educação libertadora.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRANDÃO, C. R. O que é educação. Disponível in: www.brasil.gov.br, 1999.
BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Fundamental / Ministério da Educação e Cultura. Brasil: Brasília, 1997.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1998.
GANDIN, D. Planejamento como prática educativa. São Paulo: Loyola, 1983.
MEDINA, A. S. Novos olhares sobre a supervisão. Supervisor Escolar: parceiro político-pedagógico do professor. Campinas, SP: Papirus, 1997.
PASSERINO, L. R. l. M. O Supervisor educacional à luz da concepção libertadora. Revista Acadêmica, PUC - PR: 1996.
SANTOS, R. C. G.; HAERTER, L. Reflexão acerca do projeto de ensino interdisciplinar "resgatando histórias de vida" do CEFET-RS. Uma tentativa de articulação entre trajetórias de vida de construção do conhecimento. Disponível in: www.delasalle.com.br/artigos/historias-de-vida.htm. 2004.




Atividade 3 - O Papel do Professor - Rubem Alves



É muito importante a forma com a qual Rubem Alves simplifica a forma de ensinar, desmistificando com isso os muitos entraves, já que em sua concepção o Professor deve participar ativamente da aprendizagem de seus alunos sempre de forma lúdica e prazerosa, escolhendo o momento de estimular para que a criança fique curiosa em aprender, que ela (a criança) tome o gosto pela leitura, pela aprendizagem, cabendo ao professor provocar o espanto, a curiosidade e assim obter uma aprendizagem que venha a proporcionar nos alunos a formação de cidadãos aptos a serem inseridos na sociedade e de transformar o statu quo ora vigente. Segundo ele a Educação deve ser ligada a vida, para viver melhor, é para isso que se aprende. Nossas Escolas ensinam aos alunos a passarem no vestibular, e com isso torna-se impossível mensurar o quanto os alunos adquiriram de conhecimento. E tal conhecimento não tem como definir se estes aprenderam ou simplesmente memorizaram os conteúdos. A mudança da Educação no Brasil depende da transformação do Professor que deve assumir uma postura de ensinar aos alunos a serem movidos não pelas idéias e sim pelos sentimentos. 

Sandro Rocha de Souza - Matrícula 10212080014 - Pólo Maracanã


Atividade 3 - Rubem Alves - A Escola Ideal - o papel do professor


É muito importante a forma com a qual Rubem Alves simplifica a forma de ensinar, desmistificando com isso os muitos entraves que nos são impostos pelo sistema capitalista neoliberal, já que em sua concepção o Professor deve participar ativamente da aprendizagem de seus alunos sempre de forma lúdica e prazerosa, escolhendo o momento de estimular para que a criança fique curiosa em aprender, que ela (a criança) tome o gosto pela leitura, pela aprendizagem, cabendo ao professor provocar o espanto, a curiosidade e assim obter uma aprendizagem que venha a proporcionar nos alunos a formação de cidadãos aptos a serem inseridos na sociedade e de transformar o statu quo ora vigente. Segundo ele a Educação deve ser ligada a vida, para viver melhor, é para isso que se aprende. Nossas Escolas ensinam aos alunos a passarem no vestibular, e com isso torna-se impossível mensurar o quanto os alunos adquiriram de conhecimento. E tal conhecimento não tem como definir se estes aprenderam ou simplesmente memorizaram os conteúdos. A mudança da Educação no Brasil depende da transformação do Professor que deve assumir uma postura de ensinar aos alunos a serem movidos não pelas idéias e sim pelos sentimentos. 

Sandro Rocha de Souza - Matrícula 10212080014 - Pólo Maracanã

Atividade 2 - Uma Visão acerca da inversão de valores na Educação


Cabe exclusivamente aos pais e responsáveis a função de educar seus filhos de forma harmônica e salutar, todavia o que temos presenciado é uma inversão de valores no qual os Pais passam a responsabilizar aos Professores os desempenhos negativos de seus filhos e assim realizam cobranças para que este desempenho venha a apresentar melhores resultados, colocando a culpa sempre nos professores e na escola. Tal prática tem piorado ainda mais a situação dos educadores brasileiros, visto que as políticas ora vigentes não tem priorizado a formação de nossos alunos, nem tampouco valorizado a função de Educador, e assim o que temos visto é uma balbúrdia total, que termina por prejudicar a toda a sociedade, já que a Escola não tem contribuído da forma esperada para a formação de cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres perante a sociedade que o cerca.

Sandro Rocha de Souza - Matrícula 10212080014 - Pólo Maracanã

Atividade 1 - Supervisor Escolar

O Orientador ou Supervisor Escolar pertence ao seleto grupo de profissionais que são imbuídos da árdua tarefa de contribuir na formação dos alunos, tendo uma importância ímpar junto a todas as atividades engendradas para desenvolver a autonomia, criticidade e criatividade,visando com isso a formação do CIDADÃO que seja capaz de exercer sua participação como membro efetivo da sociedade, sendo então possuidor de sua LIBERDADE. No entanto tal função por vezes foi confundida, e ainda é, com uma função somente de fiscalização e controle do desempenho dos alunos. Sendo assim podemos afirmar que atualmente tal pensamento tem sido transformado, mesmo que aos poucos, proporcionando com isso um melhor aproveitamento deste profissional da Educação que atua em diversos momentos do fazer pedagógico.

Sandro Rocha de Souza - Matrícula 10212080014 - Pólo Maracanã

terça-feira, 30 de abril de 2013

ATIVIDADE 3 - Da Educação Básica à Universidade

O texto a seguir foi retirado do Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI DA EDUCAÇÃO BÁSICA À UNIVERSIDADE O conceito de uma educação que se desenrola ao longo de toda a vida não leva a Comissão a negligenciar a importância da educação formal, em proveito da não-formal ou informal. A Comissão pensa, pelo contrário, que é no seio dos sistemas educativos que se forjam as competências e aptidões que farão com que cada um possa continuar a aprender. Longe de se oporem, educação formal e informal devem fecundar-se mutuamente. Por isso, é necessário que os sistemas educativos se adaptem a estas novas exigências: trata-se, antes de mais nada, de repensar e ligar entre si as diferentes sequências educativas, de as ordenar de maneira diferente, de organizar as transições e de diversificar os percursos educativos. Assim se escapará ao dilema que marcou profundamente as políticas da educação: selecionar multiplicando o insucesso escolar e o risco da exclusão, ou nivelar por baixo, uniformizando os cursos, em detrimento da promoção dos talentos individuais. É no seio da família mas também e mais ainda, ao nível da educação básica (que inclui em especial os ensinos pré-primário e primário) que se forjam as atitudes perante a aprendizagem que durarão ao longo de toda a vida: a chama da criatividade pode começar a brilhar ou, pelo contrário, extinguir-se; o acesso ao saber pode tornar-se, ou não, uma realidade. É então que cada um de nós adquire os instrumentos do futuro desenvolvimento das suas capacidades de raciocinar e imaginar, da capacidade de discernir, do senso das responsabilidades, é então que aprende a exercer a sua curiosidade em relação ao mundo que o rodeia. A Comissão está bem consciente das disparidades intoleráveis que subsistem entre grupos sociais, países, ou diferentes regiões do mundo: generalizar o acesso a uma educação básica de qualidade continua a ser um dos grandes desafios dos finais do século XX. É, de fato, esse o sentido do compromisso que a comunidade internacional subscreveu por ocasião da Conferência de Jomtien: porque a questão não diz respeito apenas aos países em desenvolvimento, é necessário que todos dominem os conhecimentos indispensáveis à compreensão do mundo em que vivem. Este empenho deve ser renovado, prosseguindo com os esforços já empreendidos. (...) Para tentar instaurar uma sociedade em que cada um possa aprender e continue a aprender ao longo de toda a sua vida é preciso repensar as relações entre os estabelecimentos de ensino e a sociedade, assim como a sequência dos diferentes níveis de ensino. No ensino, como na vida ativa, futuramente, os percursos serão necessariamente menos lineares, com períodos de estudo alternando com períodos de trabalho. Estes avanços e recuos devem ocupar um lugar cada vez mais importante na sociedade, graças a novas formas de certificação, a uma passagem mais fácil de um tipo ou de um nível de ensino para outro, e a separação menos estritas entre educação e trabalho. O balanço dos esforços realizados no decorrer do século XX para fazer aumentar as possibilidades de educação é profundamente contrastante. O número de alunos inscritos nas escolas primárias e secundárias de todo o mundo passou de cerca de 250 milhões em 1960 para mais de um bilhão hoje em dia. Durante este mesmo período, quase triplicou o número de adultos que sabem ler e escrever, passando de cerca de um bilhão em 1960 para mais de 2,7 bilhões atualmente. Apesar disso, há ainda no mundo 885 milhões de analfabetos, atingindo o analfabetismo a seguinte proporção: em cinco mulheres duas são analfabetas e em cinco homens um é analfabeto. O acesso à educação básica, para não falar da esperança de poder completar o primeiro ciclo de escolaridade, está longe de ser generalizado: 130 milhões de crianças não tem acesso ao ensino primário e cem milhões das crianças matriculadas nas escolas não concluem os quatro anos de estudos considerados como o mínimo para não se esquecer o que se aprendeu, por exemplo, a leitura e a escrita. Embora tenha diminuído a diferença entre os dois sexos, continua ainda escandalosamente elevada, e isto apesar das provas irrefutáveis das vantagens que a educação das jovens e das mulheres traz à sociedade no seu conjunto. Atingir os que continuam excluídos da educação não exige apenas o desenvolvimento dos sistemas educativos existentes; é necessário, também, conceber e aperfeiçoar modelos e sistemas novos destinados expressamente a este ou àquele grupo, no quadro de um esforço coordenado que tenha em vista dar a cada criança e adulto uma educação básica pertinente e de qualidade. A educação básica para as crianças pode ser definida como uma educação inicial (formal e não-formal) que vai, em princípio, desde cerca de três anos de idade até os doze, ou menos um pouco. A educação básica é um indispensável "passaporte" para a vida" que faz com que os que dela se beneficiam possam escolher o que pretendem fazer, possam participar na construção do futuro coletivo e continuar a aprender. A educação básica é essencial se quisermos lutar com êxito contra as dificuldades quer entre sexos, quer no interior dos países ou entre eles. É a primeira etapa a ultrapassar para atenuar as enormes disparidades que afligem muitos grupos humanos: mulheres, populações rurais, pobres das cidades, minorias étnicas marginalizadas e milhões de crianças não escolarizadas que trabalham. extraído do livro Educação - Um tesouro a descobrir - 7 ed- São Paulo: Cortez; Brasília, DF; MEC: UNESCO, 2002. "Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre a educação para o século XXI" - Jacques Delors

ATIVIDADE 2

Olivia Porto, em seu livro "Orientação educacional: teoria, prática e ação (Rio de Janeiro: WAK Ed. 2009) observa que o educando no século XIX ocupava uma posição secundária no processo educacional: "O sucesso era sempre produto da eficiência do professor, enquanto o fracasso ocorria por conta da falta de aplicação ou de aplicação inadequada, por parte do educando em relação a seus estudos". O que se evidencia neste caso é que muita coisa mudou a partir do desenvolvimento de uma concepção a respeito da relação professor-aluno e da relação professor-aluno-família. O professor deixou de ser um mero detentor do saber e admitiu( assumiu, descobriu, refletiu a respeito) suas falhas e acertos e, porque não dizer constatou que a vida social de seu aluno deveria ser olhada como um aspecto positivo para o processo educativo. Acontece que a sociedade moderna transformou os conceitos e percepções sobre o que é educar e quem deve educar seus filhos: a família ou à escola? De certo que esse tema se confunde muitas vezes. As contradições existentes nesse "educar" faz com que Escola, Família e Sociedade se perguntem: quem? Num mundo informatizado, onde as coisas se tornam efêmeras; onde tudo o que é deixa de ser; onde os alunos tem a tecnologia a seu dispor, pois nasceram juntos com essa tecnologia reinante, fica evidenciado que muita coisa ficou perdida no tempo. O final do século vinte, início do século vinte e um fez com que professores, educadores em geral, muitas vezes soubessem menos do que seus próprios alunos. A sociedade da informatização acelerou o processo de aprendizagem dos jovens e deixou muito educador conservador parado no tempo, se achando sem perspectivas, sem rumo. Desencontrado. Quando um professor, em sala de aula não consegue interagir com seus alunos, estes percebem com rapidez essa deficiência e, se hoje, com as facilidades eletrônicas em suas mãos, com a possibilidade de pesquisa instantânea, sem ao menos sair de casa, da cadeira, etc, sem a necessidade de se deslocar a uma biblioteca, fica a dúvida na cabeça de muitos profissionais: O que estamos fazendo aqui? Será que esse educador que não acompanhou as mudanças do seu tempo (pois, enquanto vivemos, fazemos parte desse tempo) se sente desprestigiado, desorientado? é necessário que o ensino-aprendizagem seja sempre renovado. Não só para os alunos, mas também para os educadores que continuam lecionando. Acompanhar a mudança dos ventos é primordial.

ATIVIDADE 1

1- O Orientador Educacional orienta os alunos na busca de reconhecimento do processo educativo. Ao longo do tempo, o papel do Orientador Educacional foi se modificando. No início, o papel era apenas de atendimento ao aluno, aos seus problemas, à sua família e seu comportamento em sala de aula. Hoje, a Orientação está voltada, entre outras coisas, para a construção de um cidadão mais comprometido com seu tempo e sua gente. É importante destacar que o Orientador Educacional deve demonstrar interesse pelo potencial dos estudantes e pelas habilidades que facilitem sua relação. Deve auxiliar e orientar os indivíduos e grupos de estudantes no desenvolvimento de planos educacionais e auxiliar também os estudantes no que se refere ao melhoramento, ou, descoberta de seu autoconhecimento, e mais, auxilia-los na superação de dificuldades de aprendizagem, e os professores, no aperfeiçoamento das metodologias de ensino. Com tudo isso fica evidenciado que a rotina escolar dos Orientadores exige um cuidado contínuo e permanente dos componentes da equipe gestora no interior da Unidade Escolar, pois o Orientador tem como característica principal a Liderança Pedagógica.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

ATIVIDADE 2





        Na atualidade o professor como profissional da educação tem acumulado diversas funções e é dele a responsabilidade em oferecer aos alunos métodos capazes de conduzir ao processo de ensino aprendizagem. Assim nota-se que o fracasso escolar atual se deve à metodologias ultrapassadas que não acompanham a velocidade tecnológica. Anteriormente o professor detinha todo o conhecimento e o aluno era passivo e receptor do conhecimento, aplicado a ele sem contestação ou crítica relevante havendo ainda um distanciamento entre professor/aluno. Hoje as relações entre ambos estão mais próximas, o professor atua como mediador/facilitador ensinando a aprender e aprendendo a ensinar constituindo esse aspecto uma interação mútua.
       Nas classes populares, em grupos sociais localizados em ambientes hostis e violentos infere maior dificuldade no processo educacional. Partimos então para o pensamento que tais escolas devem contar com uma equipe gestora - supervisão educacional/professor que possa alcançar com eficácia o processo ensino aprendizagem desses alunos promovendo um ambiente escolar capaz de valorizar princípios éticos de respeito, auto-estima e paz.
         Analisando o outro polo da questão no que concerne classes médias compreendemos que os pais desses alunos estão ausentes muitas vezes do processo escolar da criança, depositando na escola a responsabilidade educacional na formação escolar formal, não-forma e informal da criança.
           Concluímos nessa perspectiva que profissionais da educação devem exercer a prática de formação continuada no acompanhamento de novas teorias educacionais e novas prática que ultrapassem o que já está estabelecido e que introduzam tecnologias que potencializem o processo de ensino aprendizagem na escola, nessa perspectiva atentamos para a importância do profissional de supervisão ou coordenação educacional que realiza um trabalho que dá suporte a toda prática pedagógica do professor funcionando como uma "âncora" nesse processo.



ATIVIDADE 1


      Percebemos que a própria denominação do termo Supervisor Escolar possui diversas outros especificações dependendo, no caso do Estado do Rio de Janeiro, dos municípios e de politicas que envolvam esse profissional, assim o próprio nome dado a esse profissional é carregado de intenções que atendem às demandas ideológicas dominantes.
      O supervisor pedagógico configura um importante profissional da educação, visto que sua atuação professor/aluno/pais e responsáveis visa a melhor qualidade educacional colaborando, corrigindo ou apontando metodologias que facilitem e potencializem o processo ensino aprendizagem que são construídas nessa interação. Ele auxilia o professor a refletir sua prática pedagógica, porque observa com o olhar de fora da sala de aula a prática docente percebendo com maior eficácia as dificuldades ou avanços dessa prática, desenvolvendo não somente processos cognitivos, mas aspectos que decorrem do individuo como um todo e no seu desenvolvimento pleno.



domingo, 28 de abril de 2013

Atividade 3

 Philippe Perrenoud: "Na escola, dar mais a quem tem menos"

Referência na Educação, suíço defende que gestores e professores mobilizem sua dedicação aos alunos com maior dificuldade


Philippe Perrenoud. Foto: Juliet Piper
Philippe Perrenoud
Se você passou pelas aulas de Sociologia da Educação ou leu alguma obra da área, é provável que já tenha ouvido falar da clássica noção da escola reprodutora. Em linhas gerais, a ideia é a seguinte: em vez de atuar como uma instituição em que todo os jovens e as crianças têm acesso a um conjunto de conhecimentos para uma vida digna, a escola, na prática, exerce o papel inverso, aumentando as desigualdades da origem socioeconômica - reproduzindo, portanto, uma realidade social injusta. Aos alunos das classes privilegiadas, filhos de pais com elevada escolaridade e que têm em casa acesso a um amplo repertório cultural (livros, música, artes plásticas etc.), está reservado o avanço às etapas mais altas de ensino - e as vantagens decorrentes desse percurso estendido, como salários mais altos. Para os estudantes das classes populares, menos preparados para as exigências da vida acadêmica, o caminho é pontuado por notas baixas, repetência e, em muitos casos, o abandono do estudo. Como, aliás, ocorreu décadas antes com os pais deles.

É o caso de perguntar: quando um aluno fracassa, a culpa é dele próprio (que não estudou direito) ou da escola (que não ensinou bem)? Para Philippe Perrenoud, um dos mais respeitados pensadores contemporâneos da Educação, não há dúvida de que grande parte do problema encontra-se, sim, na instituição. Mais precisamente, na forma em que ela organiza sua atuação, oferecendo a todos os alunos o mesmo ensino, com a mesma metodologia, exercícios semelhantes e avaliações idênticas. "Tratamos as crianças como se elas fossem iguais, porém a diversidade de culturas, modos de vida e relações com o conhecimento é enorme." Na opinião do sociólogo suíço, professor da Universidade de Genebra, a tarefa de uma escola que não exclui ninguém é oferecer uma Pedagogia que ele batiza de diferenciada, que considere - e atenda - as necessidades de cada um, dedicando mais atenção e energia a quem precisa mais. É a chamada discriminação positiva. Durante o Congresso Internacional da Rede Católica de Ensino, em Brasília, ele recebeu a equipe de GESTÃO ESCOLAR para explicar como diretores e coordenadores podem trabalhar para que suas escolas não deixem ninguém para trás.

A constatação de que a escola amplia as desigualdades socioeconômicas entre os alunos foi feita há quase meio século. De lá para cá, a situação mudou de alguma maneira? 

PHILIPPE PERRENOUD 
Não muito. A diferença é que antes havia uma separação entre as classes privilegiadas - que chegavam às etapas superiores de estudo - e todas as outras, que não conseguiam. A partir dos anos 1960, as classes médias obtiveram acesso à universidade, mas as camadas populares ainda não. As desigualdades se deslocaram de patamar, mas continuam existindo.

A escola básica tem responsabilidade por essa situação?Sim, na medida em que não consegue reduzir as desigualdades. Ela é eficaz apenas para uma parte dos alunos, menos para outra parcela e muito pouco para cerca de 20%. Esses abandonam os estudos ou aprendem quase nada. E de onde vêm esses 20%? São as crianças de classes populares, justamente as que mais precisam aprender, pois não têm recursos em seu local de origem. A escola deveria se concentrar nesses casos, em que ela é insubstituível. Não é o que observamos.

Por que os sistemas educacionais da maioria dos países não têm alcançado o objetivo de fazer com que todos aprendam?Porque a maioria trata os alunos como se eles fossem todos iguais. Sabemos que isso não é verdade. Na prática, o que ocorre é que, mesmo com boas condições de ensino, ninguém aprende no mesmo ritmo nem da mesma maneira. Igualdade de oportunidades não garante igualdade na aprendizagem.

Por que isso ocorre?A aprendizagem depende não apenas de como o professor ensina mas também do que crianças e jovens trazem em termos de origem sociocultural e, claro, de seu interesse e sua dedicação. Podemos pensar no exemplo de dois adolescentes de 15 anos que estudaram a vida inteira juntos. Imaginemos que um saiba ler e o outro não. Um terá aprendido muito do que foi ensinado e o outro não terá tirado proveito das propostas. Muita gente pode dizer que o fracasso escolar é culpa do aluno que não se esforçou. Discordo. Precisamos dar assistência maior aos que não têm vontade de aprender.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/philippe-perrenoud-escola-dar-mais-quem-tem-menos-739260.shtml

sábado, 27 de abril de 2013

Atividade 2


            O gráfico acima demonstra a importância do trabalho do professor para a aprendizagem do aluno. Mas é importante destacar que outros fatores contribuem para o bom ou mau desempenho das crianças na escola: condições de saúde, de acesso à cultura e, principalmente, apoio familiar. O professor, assim como outros profissionais da escola, tem papel fundamental para o planejamento e o desenvolvimento de atividades que tornem a aprendizagem significativa para os alunos, proporcionando um ambiente de estímulos e contribuindo para a construção do conhecimento. 
         Mas, atualmente, os professores se deparam frequentemente com alunos com dificuldades patológicas de aprendizagem,  geradas por condições precárias de saúde. Além disso, geralmente, esses alunos também não possuem uma estrutura familiar que sirva de base para o seu desenvolvimento, e que complemente o trabalho da escola, estimulando e incentivando suas conquistas. Isso acaba sobrecarregando a escola, tornando seus profissionais os únicos responsáveis pelo desempenho do aluno.

fonte da imagem: educarparacrescer.abril.com.br

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Apresentação

Olá,
Meu nome é Verônica Marcolino, esta é minha primeira graduação e estou adorando, no momento faço estágio no município e fico a maioria do tempo na classe de Educação Infantil, estou apaixonada por estes pequenos. Gostaria muito de contribuir para a educação na área de alfabetização, esta disciplina me auxiliará bastante pois tenho objetivos de criar projetos que possam entrar na grade da escola e  que se enquadrem com ela e seu planejamento, então a gestão me auxiliará muito nesta parte. Tenho boas expectativas em ralação esta disciplina.

Apresentação

Olá. Boa noite aos colegas e tutora Priscila.

     Meu nome é Claudia e trabalho na função de agente educadora do município do Rio de Janeiro. No ambiente escolar consigo perceber melhor toda a problemática educacional que até então desconhecia, porque trabalhava em ramo administrativo/financeiro, recentemente após ingressar na graduação semi-presencial do Cederj é que passei em concurso público e mudei a função.
      No campo educacional percebo as grandes necessidades tanto docente como discente e a esperança em que a sociedade deposita na educação. Desse modo tenho muita expectativa quando terminar o curso, porque desejo realmente ser contribuinte e participante da transformação de sujeitos. É um longo caminho a percorrer e quero estar bem preparada continuando a busca em pesquisas e até uma outra graduação porque sinto essa necessidade. Assim desejo sucesso à todos os envolvidos nessa pesquisa.
   

                                                              Um grande abraço aos colegas e mãos á obra em nosso Blog.

Apresentação

Oi,
meu nome é Debora, sou professora da rede municipal do Rio de Janeiro. Atuo com uma turma de Educação Infantil e uma de 1º ano. Estou cursando Pedagogia porque tenho interesse em, futuramente, assumir a direção de uma escola. Tenho certeza que esta disciplina contribuirá para que eu tenha um bom desempenho nesta função, ou quem sabe em outras dentro da equipe de gestão.

terça-feira, 23 de abril de 2013


Minha Apresentação

Olá , meu nome é Vania Lima.

É com imenso prazer que inicio mais uma atividade interessante no curso de licenciatura em Pedagogia. Para ser sincera, nunca imaginei fazer esse curso, mas a vida acabou me levando a realiza-lo e aos poucos foi me conquistando... E hoje, posso dizer, que estou encantada com todas as experiências que compartilhei até aqui.Não atuo na área de Educação , nem de gestão, supervisão e coordenação. É uma área que muito me atrai. Obrigada a todos, por mais uma oportunidade de interação e conhecimento.